segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Fiscais da imigração - onde sorrir deve ser proibido...

Depois de 10 horas de voo, estávamos nós em um novo mundo, onde não conhecemos nada e o povo não fala nossa língua, verdadeiros peixes (ou cães) fora d'água.

Com documentação em mãos, partimos para o processo de autorização de entrada.

Meu inglês é péssimo, concordo! Mas sorrir é universal!

Então fiz questão de ser o mais cordial e simpático possível com todos os agentes que participavam do nosso processo de entrada em terras estrangeiras. Resultado? De 8 "good morning" e "thanks" que disse, não obtive nenhuma resposta.

Funcionárias secos e que não faziam a minima questão de serem receptivos nos receberam para acho que realizarem o primeiro teste, do tipo, tem certeza que vocês querem isso?! 

Mas sim, queremos, e vamos vencer.

Encarados todos os mau humorados, com permissões de permanência liberados, depois de 4 entrevistas diferentes, finalmente pudemos pegar nossas coisas e partir.

A LIMO

Se os funcionários da imigração não estavam para camaradagem, contrário foi o motorista da LIMO que nos trouxe até nossa casa.

O simpático Sr. Baig, nascido no Canadá, mas de origens árabes fez questão de nos tratar da forma mais respeitosa possível, o que nos ajudou a mudar a primeira impressão que  tivemos.

A LIMO é uma espécie de Táxi que eles tem por aqui, mas que funciona com preços fixos, ou seja, independente da condição de trânsito que você enfrentar, você sabe o quanto pagará.

E no nosso caso foi muito vantajoso, pois além de uns $ 35 de economia a LIMO era bem maior que os táxis convencionais, o que fez com que coubessem todas as nossas 8 malas.


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